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Altas temperaturas podem contribuir para doenças cardiovasculares

s dias mais quentes, como o conhecido B-R-O-BRÓ, pode contribuir para alterações no organismo e para o surgimento de diversas doenças. O coração é um dos órgãos que podem sofrer consequências nesse período.

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Publicado em: 04 de outubro de 2019

“Nestes dias mais quentes, pode haver uma dilatação nos vasos sanguíneos e provocar mudanças da pressão sanguínea pelo corpo. Esse processo pode resultar em redução de pressão arterial, além da desidratação gerando desmaio, tontura e arritmia cardíaca. Com as altas temperaturas, pode ocorrer o aumento da espessura do sangue, fazendo subir a pressão e a frequência cardíaca. Assim, o risco de sofrer um infarto ou um derrame é elevado”, explica o cardiologista Frederico Fonseca.

Trabalhos científicos mais recentes têm mostrado que temperaturas elevadas podem aumentar o risco de morte precoce por doenças cardiovasculares, especialmente nas pessoas com mais de 50 anos de idade.

“Os estudos mostram que ao passar de 32ºC há um aumento do risco de infarto. Esse período com temperaturas elevadas é mais grave para quem já tem colesterol alto e hipertensão. A medida em que o organismo se desidrata, ele fecha os vasos sanguíneos para manter a pressão arterial, e aumentar os batimentos cardíacos para se sustentar. Sendo assim as pessoas obesas, diabéticas e portadoras de algum problema cardiovascular, fazem parte do grupo de maior risco, e são as mais propensas a sofrer com as altas temperaturas”, informa o médico.

O especialista da DMI informa que “nos dias quentes é importante manter-se sempre hidratado, evitar a exposição direta ao sol e fazer refeições leves, que exigem menos esforço do organismo durante a digestão”.